Nos últimos anos, o mercado brasileiro de vinhos se profissionalizou. Os negócios se expandiram, embalados pela abertura das importações e pelo aparecimento de centenas de empresas.
Mas, houve um tempo em que a venda de vinhos dependia basicamente do talento e esforço de alguns homens, que colocavam tintos e brancos no porta-malas do carro, os ofereciam aos restaurantes conhecidos e, de conversa em conversa, ampliavam a clientela.
Um desses empreendedores foi Manuel Augusto Garcia. Simpático e comunicativo, sempre bem disposto, ajudou a construir em nosso mercado a imagem de duas grandes casas portuguesas: a Bacalhôa Vinhos de Portugal (ex J.P vinhos) e a Taylor’s, produtora de célebres vinhos do porto.
 
   
 
 
 
 
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